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Poema meditativo que mergulha numa solidão visionária, alternando imagens de crepúsculo, neblina e ruínas com evocações de fantasmas e ciprestes. O eu lírico atravessa paisagens outonais e cemitérios interiores, sentindo uma dor íntima que convive com breves acordares de ternura e desejo de comunhão com a natureza. A linguagem explora oposições entre frio e fogo, silêncio e clamor, morte e renascimento, e conjuga metáforas de fumaça, lua e chamas para traduzir angústia existencial. No final predomina um anseio paradoxal: ser nada e ser tudo, aceitar a finitude enquanto se procura uma luz transcendente que reconcilie perda e beleza.
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